Posts Tagged 'Notícias'

Leitura enfezada

Não sei porque sempre cabe a mim falar sobre este assunto. Prefiro acreditar que seja uma mera obrada do acaso, ao invés de pensar que possuo algum problema freudiano. Sei que existe um total esquecimento de certas ações que fazemos durante nossa infância, mas não me lembro mesmo de presentear minha mãe com fezes ou de brincar com o Mr. Hankey. Mas já que sou a falar disso de novo, lá vai.

A empresa espanhola Empreendedores (criativo o nome, não?) lançou em seu país um “livro higiênico”, ou seja, um papel higiênico que contém em suas folhas clássicos da literatura, que vão da Bíblia – aonde foram retirados trechos do “Apocalipse”, “Provérbios” e “Cântico dos Cânticos” – a poesias de Federico Garcia Lorca.

Antenada com a nova tendência do mundo, a customização, a empresa ainda personaliza seu papel higiênico, pois você pode escolher o livro que quer que sua bunda leia e a cor da folha, caso seu terceiro olho seja daltônico. As poesias do espanhol, por sinal, são as mais pedidas pelos consumidores. Pobre Lorca, deve estar revirando-se no túmulo. Imagina, você passa anos da sua vida escrevendo poemas maravilhosos, morre como mártir pela Espanha e acaba tendo a sua obra na merda. Literalmente, uma bosta.


Com essa nova empreitada (sem trocadilhos, please) a empresa
acabou criando um dilema na hora de excretar: ler e limpar, não ler e limpar ou ler e esquecer de limpar? Não sei a resposta para isso, mas que vai ter muita freada nas cuecas espanholas, isso vai. Confira o papel higiênico na foto abaixo.


Bosta!

Bela dica da Marjorie

*UPDATE: E para exercitar o cérebro enquanto defecas, experimente o rolo Sudoku (valeu Cafeína).

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A Cultura do Cocô

Os americanos são malucos. Talvez tanto quanto os japoneses. A última moda na terra dos ianques é saber como anda sua saúde através de seu próprio cocô. Intitulado de “Poop Culture”, este movimento anda ganhando cada vez mais adeptos que reparam se o formato, cheiro, cor, consistência e tamanho de suas fezes estão do tamanho que é considerado saudável.

Mas como saber qual é a cagada de tamanho saudável? Bem, obviamente estas dúvidas iriam surgir, afinal, merda é igual impressão digital, só que elevada ao quadrado. Além de cada um ter a sua, cada um tem a sua uma única vez. Por isso que foram lançados três livros nos EUA que, além de dar nomes bonitinhos para o cocô, como dèja poo, monster poo e gift poo, aglutinaram as merdas em padrões que correspondem à saúde do cagante. Um destes livros, “What’s your poo telling you?”, já vendeu mais de 250 mil cópias. Falei. Americanos são malucos.

Pelo visto, a sociedade americana já ficou alienada a tal ponto que agora eles estão se focando na merda (literalmente) que fazem. Isso é alarmante. Para mim, essas tendências absurdas só mostram o tanto que os EUA estão em declínio, seja econômico, seja intelectual. Se preocupar com saúde é, até certo ponto, salutar. Mas criar este fascínio pela bosta, é doentio. Inclusive tem um amigo meu, com claros problemas na fase anal, que possui o mesmo fascínio.

Mãe, acabei!

Vozes do além no seu celular

Me fala o nome do primeiro país que veio à sua cabeça que só tem gente esquisita. Eu respondo sem pestanejar: Papua Nova-Guiné. Mentira. Lógico que pensei no Japão. Afinal, este país é a pátria mãe dos freaks. Diariamente, dezenas, centenas, milhares de inutilidades são inventadas e produzidas na terra do sol nascente. Jogos de fliperama bizarros, pessoas que são um tanto quanto bizarras, enfin, tudo no Japão parece ser estranho, como se eles vivessem no mundo do espelho. Aqueles clichê que fala sobre a diferença do Japão em relação ao resto do mundo vir do fato de que os nipônicos foram uma cultura fechada por tanto tempo (milênios) e que sofreu um processo severo de aculturação em meio século pelos EUA é, acredito, aceitável. Mas eles exageram. Como neste case abaixo.

Se tem uma coisa que os ancestrais falam para brincar, é com a morte. A passagem desta para melhor é um momento ritualístico respeitado no mundo inteiro. A ida ao túmulo de seu ente querido é um momento de introspecção e nostalgia. Para os japoneses, visita a cemitério é ritual religioso. Normalmente eles levam flores para os túmulos dos ancestrais no primeiro dia da primavera e no primeiro dia do outono. Pensando nisso, uma empresa japonesa fabricante de lápides lançou um túmulo utilizando tecnologia QR Code (código de barras em 2D).


Vendo que as visitas são curtas (afinal, os japas têm que ir trabalhar que nem malucos nas empresas), cerca de 30 minutos, a empresa Ishinokoe K.K. tentou estender o tempo de permanência dos visitantes com a utilização dessa tecnologia de código de barras. Quando as pessoas visitarem os túmulos, elas poderão acessar dos seus celulares as informações e recordações deixadas pelos seus ancestrais e até mesmo ouvir a voz da pessoa. Além disso, todos os registros sobre a visita, como quem e quando visitou, podem ser encontrados no site. “É uma espécie de “túmulo falante”, com o intuito de fazer a parte nostálgica da ida ao cemitério mais agradável”. É a voz da empresa, eu não acho agradável ouvir a voz de um morto. Nem morto (pegaram?).

Quanto às vendas desta bizarrice, não tenho idéias, mas acredito que os japoneses vão comprar. Eles são bem consumistas.

Hasta!

Um case de sucesso

Todo ser humano estudante de marketing, adminstração, gestão de negócios, ou qualquer outra coisa relacionada ao mundo mercadológico está cansado de se deparar com o estudo de cases, ou casos. Tive um professor que era muito fã deste método. Ele presenteava seus alunos com uma apostila repleta de artigos sobre cases de empresas que se deram bem, ou como manda dizer a tradição, cases de sucesso.
Porém, em nenhum destes anos o pobre professor se deparou com um case como esse:

PCC fatura 511% a mais em 2 anos e meio

São Paulo – O faturamento da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) cresceu 511% em dois anos e meio. Mesmo com todo o esforço das autoridades no combate ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro patrocinados pelo crime organizado, o exército de criminosos chefiado por Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, lucra cada vez mais. A organização, que já se havia transformado em atacadista no mercado de cocaína no País, agora dá os primeiros passos no tráfico internacional de entorpecentes e busca um acerto com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

O crescimento dos lucros da organização é atestado em contabilidade apreendida em 28 de fevereiro com Wagner Roberto Raposo Olzon, o Fusca, tesoureiro da facção. Ali, é possível verificar que, em 7 de janeiro, o PCC fechou seu caixa dos 30 dias anteriores com R$ 4,89 milhões arrecadados. Em 2005, quando policiais civis apreenderam a contabilidade da cúpula nas mãos de Deivid Surur, o DVD – que, mais tarde, foi obrigado pela facção a se matar na prisão -, as contas somavam R$ 800 mil mensais e preenchiam 18 páginas de caderno escolar. Agora, ocupam 33 páginas – quatro em forma de planilha.

As contas revelam que o PCC mantém um consórcio de advogados pagos para defender seus interesses. Há 21 profissionais da advocacia relacionados na contabilidade, com salários de até R$ 10 mil mensais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Responda às seguintes perguntas, de acordo com o que leu no texto acima:

1. Qual é o setor e o grupo estratégico do PCC?

2. Em qual grupo estratégico o PCC pretende entrar?

3. Cite 3 importantes stakeholders do PCC.

4. Fudeu?

Um case de sucesso

Todo ser humano estudante de marketing, adminstração, gestão de negócios, ou qualquer outra coisa relacionada ao mundo mercadológico está cansado de se deparar com o estudo de cases, ou casos. Tive um professor que era muito fã deste método. Ele presenteava seus alunos com uma apostila repleta de artigos sobre cases de empresas que se deram bem, ou como manda dizer a tradição, cases de sucesso.
Porém, em nenhum destes anos o pobre professor se deparou com um case como esse:

PCC fatura 511% a mais em 2 anos e meio

São Paulo – O faturamento da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) cresceu 511% em dois anos e meio. Mesmo com todo o esforço das autoridades no combate ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro patrocinados pelo crime organizado, o exército de criminosos chefiado por Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, lucra cada vez mais. A organização, que já se havia transformado em atacadista no mercado de cocaína no País, agora dá os primeiros passos no tráfico internacional de entorpecentes e busca um acerto com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

O crescimento dos lucros da organização é atestado em contabilidade apreendida em 28 de fevereiro com Wagner Roberto Raposo Olzon, o Fusca, tesoureiro da facção. Ali, é possível verificar que, em 7 de janeiro, o PCC fechou seu caixa dos 30 dias anteriores com R$ 4,89 milhões arrecadados. Em 2005, quando policiais civis apreenderam a contabilidade da cúpula nas mãos de Deivid Surur, o DVD – que, mais tarde, foi obrigado pela facção a se matar na prisão -, as contas somavam R$ 800 mil mensais e preenchiam 18 páginas de caderno escolar. Agora, ocupam 33 páginas – quatro em forma de planilha.

As contas revelam que o PCC mantém um consórcio de advogados pagos para defender seus interesses. Há 21 profissionais da advocacia relacionados na contabilidade, com salários de até R$ 10 mil mensais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Responda às seguintes perguntas, de acordo com o que leu no texto acima:

1. Qual é o setor e o grupo estratégico do PCC?

2. Em qual grupo estratégico o PCC pretende entrar?

3. Cite 3 importantes stakeholders do PCC.

4. Fudeu?

Um Caixa-Eletrônico Muito Maluco (leia o título que nem filme de Sessão da Tarde)

Quem nunca sacou dinheiro em um caixa-eletrônico torcendo para vir um dinheirinho a mais por erro da máquina, que atire a primeira pedra. Sempre sonhei com um momento como esses, em que receberia uma notinha de 50 reais ao fazer um saque de 50 e, assim, ficar com 100 reais. Puta, isso seria fantástico. E não é que esse sonho de muitos realmente aconteceu? Para poucos, mas aconteceu.

Nesta última terça-feira, na cidade de Hull, nordeste da Inglaterra, um caixa-eletrônico próximo a um supermercado começou a dar o dobro, o DOBRO, de dinheiro que você pretendia sacar. E o melhor de tudo é que o recibo de saque vinha com o valor inicial. Ou seja, quem foi até esse caixa para pegar £30, saiu com £60 e só teve debitado £30! Lógico que as pessoas que descobriram este erro começaram a chamar seus amigos para aproveitar este momento, e o dinheiro do banco logo acabou. O limite máximo para saque era de £300, neste caso, £600, o que seria, aproximadamente, 2.100 reais (leia a notícia na íntegra aqui).

Acredito que este caixa-eletrônico com defeito deve ter sido uma sacanagem que os engenheiros fizeram ao banco. Provavelmente eles não devem ter recebido o salário no dia, ou terem sido mal-pagos e, enquanto bebiam uma Guinness num pub, um deles pensou “Let’s fuck this assholes!”, no que os outros prontamente responderam “Fuck, yeah!” e tomaram essa decisão. Ao contrário dos brasileiros, que têm suas grandes idéias no banheiro, os ingleses as têm no pub.

Se os engenheiros realmente pensaram nisso, palmas para eles. Os banqueiros já estão tomando conta do mundo, fodem geral com a gente e ficamos de boa. Estava muito na hora de eles tomarem umazinha, mesmo que de leve, mas umazinha.

Agora, só espero que isto também ocorra no Brasil, porque os bancos brasileiros estão cada vez mais ricos, já ultrapassando gigantes americanos. E assim estão graças ao infortúnio de muitos. Torcemos para que os nossos engenheiros façam isso e, se assim acontecer, quero participar deste momento. Porque ganhar uma grana assim até eu que sou bobo aceito.

Hasta!

Obs: queria mandar o mais caloroso abraço para os nossos amigos de Moscou, que têm nos acessado com afinco. Um dia ainda vou à mãe Rússia.

De salto alto

No futebol, quando um time entra “de salto alto” em campo, quer dizer que seus jogadores estão displicentes, metidos, prepotentes e certos de que conquistarão a vitória contra o adversário, seja ele mais fraco ou não. A seleção brasileira, em 2006, entrou de salto alto na Copa e, por isso, não levantou o caneco. No futebol, assim como em todos os outros esportes, a humildade é um grande aliado e entrar “de salto alto” quase nunca leva à vitória. Bem, quase nunca.
Na Holanda – sempre a Holanda; será que eles não tem mais o que fazer, a não ser liberar tudo? – ocorre anualmente, está na 3ª edição, a “High-Heels Race Down Amsterdam Street”, um evento patrocinada pela Glamour Magazine que já conta com versões na Alemanha, Suécia, Polônia e Rússia. A HHRDAS – puta sigla feia, parece Croácia em croata – é uma corrida pelas ruas fashions de Amsterdam, em que a única regra é que as competidoras – meus pêsames às drag queens que acessam o nosso site – usem salto de, no mínimo, 8 cm. É um número alto, se levar em conta que tem que correr para ganhar o prêmio desta corrida, que é no valor de 15 mil dólares, só podendo ser gasto em compras.

A vencedora deste ano foi Tamara Ruben, de 25 anos, que ainda não sabe o que fazer com o prêmio, mas diz que não comprará salto-altos. DUVIDO.

O problema é se essa moda pega em outros esportes e começamos a ter vôlei, basquete e futebol versão salto-alto. Aí só vai sobrar o termo chinelinho no que tange a
calçados denegrindo a imagem de um esporte.

Confira o vídeo desta estranha corrida e repare o horror que deve ser, com a gritaria e com o chororô das botafoguenses mulheres.

Hasta!


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