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Pinocchio, Vampire Slayer

Carlo Collodi foi o criador da personagem “Pinóquio“, o boneco de madeira criado pelo velho Gepeto que, por meio de magia, fantasia e alegria, ganha vida e, desde então, tenta se tornar um menino de verdade. Sua característica mais marcante é seu cilíndrico nariz de madeira, que cresce cada vez que Pinóquio conta uma mentira.

Pinóquio e Gepeto deram pinta. Um velho solitário que esculpe um bonequinho companheiro com nariz em forma de quiabo? Que sonha em ser menininho de verdade e recebe pózinho da fadinha? Liberta, Gepeto!

Mas ao contrário do genial Seth Macfarlane, criador da série “Family Guy”, tem gente que não vê Pinóquio sob esta ótica. Ao invés de brinquedo anal para Gepeto, e se o nariz do boneco crescesse para se tornar um estoque infinito de estacas destruidoras de vampiros?

A história pode parecer radical demais para publicação, mas depois de Brüno (genial), qualquer coisa pode ser feita na história da humanidade. “Pinocchio, Vampire Slayer” vai sair pela editora Slave Labor Graphics, em 128 páginas de quadrinhos em PB.

Frenético.

MJ vs Black Eyed Peas

Eu não sei se vocês ficaram sabendo, mas o Michael Jackson morreu.

Então como ninguém ainda fez uma homenagem pra ele, ficam aqui minhas condolências com mais um belo Mash-Up que essa juventude descolada anda ouvindo:

Dica do Fernando Lima.

Moonwalker: o Jogo

Eu ainda não me recuperei da morte de Michael Jackson. Minha vó me disse: “Luizinho, meu netinho. Michael viverá para sempre em seu coração. E o tempo irá curar sua dor”. Para fazer o tempo passar mais rápido, eu ouço as músicas de Michael, assisto aos clipes de Michael e, depois de mais de quinze anos, voltei a jogar o jogo do Michael.

O quê? Você nunca jogou o jogo do Michael Jackson? Você não lembrava que Michael Jackson tinha um jogo? Você nem sabia que Michael Jackson tinha um jogo?

Pois é. “Moonwalker”, o Jogo, foi lançado pouco depois do homônimo filme para o Sega Genesis, hoje peça de museu nerd. Você controla um ainda não tão branco Michael e o objetivo é simples: matar os vilões usando golpes de dança, gritando “Uhl!” para brincar na cama com salvar as criancinhas.

Esta doido pra experimentar essa obra prima? Então toma, o jogo e o emulador. Agora é só ser feliz.

Um gif

Para esquentar nossos corações e animar-nos neste momento de escuridão do mundo. Saibam que sempre que vocês estranharem algo, não estarão sós. Me diz aí, gatinho:

gato

Hasta!

Esta pérola imagética foi um achado de meu grande amigo Fábio, de Sapopemba. Abração para toda essa galera aí que mora mal.

Michael nos Quadrinhos

Você que desde a semana passada já ouviu a discografia dos Jackson 5 mais de 500 vezes, assistiu o clipe Thriller e o filme Moonwalker até os olhos lacrimejarem e já sabe de cor as falas de todos os 834 programas especiais dedicados ao Rei  do Pop, e ainda assim acha que isso não é o suficiente para uma overdose de Michael, pode ficar calmo. Vem aí Tribute: Michael Jackson, King of Pop, a biografia em quadrinhos do defunto branquelo. A publicação deve sair até outubro pela editora Bluewater Productions, famosa pelas edições oportunistas, como biografias de Barack Obama e John McCain, então candidatos ao posto de chefão da Casa Branca. As capas das HQs já foram reveladas:

E parece que as páginas daqui mostrarão os mesmo passos que as de lá.

Maurício de Sousa já está preparando uma história especial em homenagem à MJ. Mas a ansiedade é tanta que ele resolveu liberar o rascunho em seu twitter.  Leia aqui.

Michael…

Seu Jorge

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Chega no swing.

Maicon Jéques

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No dia 3 de fevereiro de 1959, a queda de um avião levou para o céu Buddy Holly, Ritchie Valens e The Big Bopper, naquele que ficou conhecido como o Dia que o Rock morreu. Prematuro, é bem verdade, já que o ritmo ainda engatiava. Porém, anos depois, os 4 garotos de Liverpool e 5 praieiros, guerreiros e solteiros da Califónia ressucitaram o defunto e reformularam o que se entendia por música.

No dia 25 de junho de 2009, de infarto, pegando o mundo desprevenido, morreu Michael Jackson. Naquele que… ainda não ficou conhecido como o Dia em que o Pop morreu. Digo ainda, porque nestes tempos longtailianos, onde o espaço amostral do Pop se restringe ao Hip Hop Pimp My Ride 2.0 intercalado pela vozinha melódica lugar comum da gostosinha morena de bíquini, a galerinha do anel de castidade da Disney e a cantora que sonha em ser uma drag queen, fica difícil achar uma luz que chegue perto daquilo que foi Michael Jackson. O artista mais completo de sua época. O artista mais completo da história. E não me venham compará-lo com Jim Morrison, o Kurt Cobain e a Janis Joplin, que morreram junto com sua grandiosidade se tornando influência para determinados grupos, mas nunca para um coletivo tão grande de espécies como os do descolorido de Indiana.

Nasci em maio de 1988. Não vi ele surgir, estourar. Já o conheci como clássico. Nestes meus 21 anos, Michael foi o mais ausente dos presentes artistas que tive o prazer de ser contemporâneo. Aparecia só de vez em quando, na chamada do Jornal Nacional tocando com o Olodum, no palco do VMA com N’Sync, com o seu filho na janela do hotel, num documentário dizendo que gosta de brincar com crianças de madrugada ou entrando algemado em um tribunal. Mas, mesmo assim, me alivio ao perceber que se me falam de Michael, o top of mind é o negão figuraça em um chroma-key cafona pros dias de hoje, cantando Don’t Stop ‘Til You Get Enough, aquela que até os meus 10 anos na minha cabeça era apenas a trilha da abertura do Vídeo Show.

Agora me junto a massa de órfãos, que viram um astro desaparecer junto com as idas e vindas de boatos sobre sua morte construídos e desconstruídos em 140 caracteres. E que nesse momento deve tá fazendo o moonwalk do lado de James Brown, em algum baile de algum morro do paraíso, tudo com a devida permissão do Marcinho VP.

Deixo vocês com um pouco da amplitude influenciadora de sua obra só aqui no Brasil, que vai do Mc Créu e seu passinho do Michael Jackson…

ao Caetano dedilhando Billie Jean.


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