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Thumb Wrestling Ring

Olha, vou te falar, sou o campeão intergalático universal de luta de dedos. To ganhando de você de olhos fechados, de costas, sou fodão mesmo. Inclusive um dia desses tava conversando com uma galera, lá no Leblon, sobre o quão universal é essa luta. Mais que boxe, caratê, judô, ou qualquer outra, a guerra dos dedos já merecia uma atenção maior e quem sabe virar algo que gerasse produtos. Pois bem, você não tem noção da minha felicidade ao ver que o que suplicava timidamente se concretizou. Meu amigo, ator e corretor de imóveis André Montilha me apresentou o fantástico: Thumb Wrestling Ring.


Cara, isso é de uma genialidade ímpar. Primeiro porque valoriza algo de tamanha magnitude para humanidade. Algo do inconsciente coletivo. Certeza que nesse momento tem gente em Blangadesh jogando isso, ou quem sabe em Laos e segundo porque o ringue vem junto com um livro de regras, com sessões do tipo “How to Win” e “How to Lose”. Espero que a Nitendo já faça a versão virtual dele para WII, com adaptador e tudo. Fica a dica. Aquele Abraço.

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Calypso + Paralamas

Quem não conhece direito Paralamas e Calypso acham que as diferenças sonoras dos dois são gigantescas. Todavia, analisando principalmente o ínicio da carreira de Herbert, Bi e Barone, nos idos da década de 80 com Selvagem? e Bora-Bora estourados, descobre-se que existe sim muita coisa em comum no som dos dois. Esse ponto de convergência está baseado na influência latina das guitarradas, zouks, e porque não reggaes caribenhos que servem de base para o ritmo do Calypso e para o som do ínicio da carreira dos Paralamas. E foi nessa praia que o Estúdio Coca-Cola Zero deles, o último deste ano, nadou.

Com a qualidade do genial Chimbinha no comando, sem dúvida um dos melhores guitarristas do país (que joguem as pedras) e apelidado de maestro pelo Herbert Vianna, todo o projeto rendeu misturas empolgantes, além de músicas equilibradas que até fugiam um pouco do aspecto brega da banda do Pará (principalmente Pra Te Esquecer). Com exceção evidente de “Lanterna dos Afogados”, onde os agudos populares da Joelma não batiam muito com a melodia da eterna balada, o resto ficou bem interessante e beirou o correto. É claro que não estamos falando dos arrepios da união imbatível e incomparável de Fresno e Chitãozinho e Xororó, mas saiu algo bacana que da pra ouvir no Ipod. Fecharam com chave de ouro mais um ano de uma das melhores ações de “brand entertainment” da história da publicidade brasileira. Vejam o, no mínimo curioso, tão esperado resultado:


Loirinha BomBril

Pra Te Esquecer

Aquele Abraço!

Viral bacana do BIS

Da série “E se a gente fizesse um viral?”:

Boa BIS. Alguém sabe a agência que criou isso?

Ps: Vocês já perceberam que sempre que alguém tenta encenar um jornal televisivo fica muito ruim?

Update: Estava dando uma olhada na campanha e descobri que quem fez foi a Ogilvy. Até aí tudo bem. Mas também descobri um blog que força a barra da campanha e a idéia do videozinho, que apesar da má interpretação dos atores achei bacana, se torna completamente fake e sem sentido.

Gerador de Slogan

Slogorm é mais um daqueles sites simples e geniais. É entrar, escrever qualquer nome que ele gera um slogan. Eu tentei Lucas Prata e surgiram coisas como:

Lucas Prata – YaBBa DaBBa Duh!
Lucas Prata – Idéias com Sentido!
Lucas Prata – Ame ou Odeie
Em qualquer Lugar: Lucas Prata!
Um Lucas Prata pode mudar a sua vida!

A propósito, o site ainda informa que Slogna vem do galês “sluagh-ghairm”, que significa “Grito de Guerra”. Ou seja, William Wallace quando chamava os seus companheiros para o combate, soltava um Slogan!
Fantástico! Fica aí a Dica!



Aquele Amplexo.

Retratos 3×4 na Camisa do Corinthians

Como bom Botafoguense que sou odeio o Flamengo, time de mendigo, marginal e maltrapilho.
Como bom morador de São Paulo que sou odeio a versão paulista do Flamengo, o Corinthians, time de mendigo, marginal e maltrapilho.
Masssss … Como bom estudante de publicidade que sou, não posso deixar de elogiar uma boa iniciativa que o departamento de marketing do líder da segundona deste país teve.

E não tem nada a ver com a pseudo-roxidão coletiva do primeiro semestre ou projetos à la “não para, não para, não para”, “eu nunca vou te abandonar”. Tem a ver com a ação que, se especula, acontecerá na última partida da série B deste ano. Por R$ 1000 reais, qualquer torcedor corintiano poderá estampar uma foto 3×4 sua na camiseta que os jogadores irão disputar a partida que selará o glorioso título de campeão da segundona, este duríssimo torneio. Depois, ele receberá um exemplar exclusivo dela na sua casa. Fantástico!

Se você imaginar que em cada camisa cabem 400 retratos 3×4, isso gerará no mínimo 4,4 milhões de reais (isso sem contar com os 7 reservas) para o falido clube da capital paulista, o que pode servir para começar a montar um bom time para o Coringão tentar uma vaga na Libertadores em 2010, ano do seu centenário.
É uma pena que milão para estampar foto 3×4 na camisa do Corinthians, só torcedor do nível de Washigton Olivetto, Juca Kfouri e André Pini tem condições de desembolsar. Gente que sinceramente não condiz muito com o padrão mendigo, marginal e maltrapilho da massa da Fiel Torcida! (Brincadeirinha gente!). Como ainda não há fotos de como ficaria a camiseta, para coroar este post, deixo um videozinho que sintetiza as glórias do Timão, que completou 98 anos ontem, dia 1º de Setembro:

Aquele Abraço botafoguense.

Vi no Minhas Camisas

Olimpíadas sem as Três Listras da Adidas

Se eu te falo Adidas, qual a primeira imagem que vem a sua cabeça? Na minha são as três listras que saem da gola e descem por toda manga dos seus uniformes. Já para quem começa a acompanhar esportes a partir das atuais Olimpíadas essa característica que acompanha a marca alemã a mais de 40 anos pode não mais ser percebida.


A Nike e a Puma resolveram entrar com um pedido de proibição das três listras nos Jogos Olímpicos de Pequim que, segundo elas, violam as regras estabelecidas pelo Comitê Olímpico Internacional que limitam logos de empresas fornecedoras de material esportivo em no máximo 20cm. Ou seja, as linhas laterias dos uniformes da Adidas seriam a “continuação” do seu logo, segundo o COI. O pedido já tinha sido feito antes de Atenas 2004, todavia a empresa alegou que não dava tempo para redesenhar seus uniformes e elas ainda estiveram presentes.

Já dessa vez houve tempo da empresa alemã acatar a proibição e seus uniformes em Pequim perderam o charme (marqueteiro) que sempre os tornaram especiais. Veja algumas camisas sem as clássicas “3 stripes” laterais:

Seleção Cubana de Vôlei Feminino


Seleções Argentina e Australiana de Futebol


Seleção Alemã de Handball


Aquele Abraço

Aproveitando o Tietê

Se a onda do verão na publicidade mundial é o aproveitamento do meio, o senhor proprietário de uma borracharia na Freguesia do Ó, as margens da Marginal Tietê, merece um Titanium Lion.

Um belo drible na lei do senhor Kassab.
Até a próxima.


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