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Sobre Beatles, Insulina e como um pouco de LSD (e sexo) pode fazer diferença

Você já viu esta cena: milhões de garotinhas histéricas que mal conhecem um absorvente se empurram e gritam até perderem a voz, levando cartazes e mais cartazes com juras de amor eterno aos roqueirinhos bonitinhos e carismáticos que estão para entrar no palco. O cenário é um estádio, lotado de puberdade e estrogênio. Estas fãs gritam sem parar e, quando a voz parece que vai começar a falhar, seus ídolos entram e a energia se renova, como se tivessem tomado um elixir.

beatlemaniaÉ, amigos, se você achou que eu estava falando da banda hype do momento, os Beatles, rodou. Pois a banda da qual vos falo tem um único (grande) problema: seus membros não tem a MENOR intenção de comer nenhuma fã, pois são da Disney. E usam, porventura, um anelzinho de castidade.

celibatoAgora que eu já fiz a apresentação bonita, vou direto ao ponto: os Beatles possuem um herdeiro. E são justamente os virginais irmãos Jonas. Como assim, você me pergunta, e o Strokes, o Arctic Monkeys!? E o Bono!? Todos estes pecam exatamente no ponto aonde eu começo este post: no de levar multidões de pré-adolescentes (ou tweens, como quem é paunocú gosta de dizer) ao delírio com suas musiquinhas de amor e garotas impossíveis.

Até o Patrick Swayze sabia que os quatro garotos de Liverpool eram pródigos em levar o jovem público feminino à loucura. E os Jonas também. Assim, o primeiro passo de se tornar o novo Beatles já é dado. Mas esse passo muitos já deram: Backstreet Boys, Hanson, Fresno e Ana Carolina (esta em um nicho mais específico). E todos estes esqueceram que o Beatles só é o que é graças ao segundo passo.

Depois de experimentar todas as mulheres, os quatro fabulosos desencanaram de fazer shows e resolveram experimentar uma mulher em especial: a Lucy, aquela do céu de diamantes. Em todas as outras bandas que não conseguiram chegar aonde os Beatles chegaram, apenas o rapaz “minoria étnica” ia pro caminho negro das drogas, mas seus amigos nunca o seguiam. Não é mesmo, AJ?

AJ não use drogasEnfim, após o uso de lisérgicos, John, George, Paul e Ringo começaram a experimentar novos horizontes musicais e se tornaram os maiores fodões do mundo da música, criando estilos e sons que muitos imitaram, mas que ninguém jamais conseguiu obter o mesmo êxito.

No caso dos irmãos Jonas, o primor musical é um pouco mais difícil de se alcançar que a dos Beatles: pra começar, eles precisam se desvencilhar da Disney, pegar a Sasha Grey e fazer um gangbang. Desta forma, os três menininhos não serão mais virgens e terão experimentado os prazeres de uma boa foda. Suas mãos não terão mais tantos calos e a guitarra vai ficar mais macia.

Após esse passo, eles precisam conhecer aquela outra mulher que os Beatles conheceram antes de gravar Sgt. Pepper’s, abrir as asas da criatividade e expandir suas habilidades musicais para novos patamares. Assim, poderão criar discos cada vez melhores, uma vez que o penúltimo, “A Little Bit Longer”, é incrível. E se tornarem, em um futuro próximo, os novos Beatles. Confira a música “Lovebug” e tire suas próprias conclusões.

Hasta!

obs: a palavra “insulina” aparece no título pois o mais novo dos Jonas, Nick, é diabético e vai ajudar no cata-corno do Google.

Yeasayer

Ainda no tema banda, trago até vocês aquela que, de acordo com o post abaixo, é um herói, ou seja, precisa de um pouco mais de tempo para entrar no Olimpo e ser divinizada.
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O Yeasayer é uma banda nova-iorquina que segue esta nova tendência hipster que anda pipocando no cenário do rock: uma psicodelia com leve toque eletrônico, como o duo MGMT. Porém, esta banda traz na bagagem um ritmo mais místico que seus pares, tornando – para mim – um som mais legal de se ouvir a qualquer hora.
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O quarteto, formado por Anand Wilder, Chris Keating, Ira Wolf Tuton e Luke Fasano, usa como poucos instrumentos de percussão, coros épicos e viagens de ácido. Suas letras são carregadas de um misticismo que até então só tinha conhecido no Wolfmother.
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Seu CD de estréia, All Hour Cymbals fez um belo sucesso entre a crítica lá fora e é uma experiência única do começo ao fim. Cada música é uma sensação de paz interior e alegria nunca antes vista.
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Bem, vou parar de bajular esses caras e mostrar a música deles. “2080” e é o primeiro single da banda. Você pode conferir a versão de estúdio e o vídeo de uma performance ao vivo logo abaixo. Quanto ao vocalista, bem, ele está em Las Vegas, cara.

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Hasta!

Yeasayer

Ainda no tema banda, trago até vocês aquela que, de acordo com o post abaixo, é um herói, ou seja, precisa de um pouco mais de tempo para entrar no Olimpo e ser divinizada.
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O Yeasayer é uma banda nova-iorquina que segue esta nova tendência hipster que anda pipocando no cenário do rock: uma psicodelia com leve toque eletrônico, como o duo MGMT. Porém, esta banda traz na bagagem um ritmo mais místico que seus pares, tornando – para mim – um som mais legal de se ouvir a qualquer hora.
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O quarteto, formado por Anand Wilder, Chris Keating, Ira Wolf Tuton e Luke Fasano, usa como poucos instrumentos de percussão, coros épicos e viagens de ácido. Suas letras são carregadas de um misticismo que até então só tinha conhecido no Wolfmother.
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Seu CD de estréia, All Hour Cymbals fez um belo sucesso entre a crítica lá fora e é uma experiência única do começo ao fim. Cada música é uma sensação de paz interior e alegria nunca antes vista.
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Bem, vou parar de bajular esses caras e mostrar a música deles. “2080” e é o primeiro single da banda. Você pode conferir a versão de estúdio e o vídeo de uma performance ao vivo logo abaixo. Quanto ao vocalista, bem, ele está em Las Vegas, cara.

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Hasta!

Try Drugs

Sabe aquela pessoa bem chata, que é contra o uso de drogas a qualquer custo, tem uma tatuagem do “drogas nem morto na palma da mão, usa camisetas sobre a Sagrada Família e fica tentando influenciar você, zé-droguinha assumido, cheirador, fumador, injetor ou o raio que o parta, a “largar esta vida antes que a mesma o largue”? Então, apesar de ser um defensor voraz do não-uso de tóxicos, não sou este tipo de pessoa. Com esta explicação, peço que não me julguem por este site que ansio que entrem.

Ganhador do Webby Awards (espécie de Oscar da internet) na categoria Health, o TryDrugs.net é um site que visa conscientizar as pessoas sobre os efeitos das drogas em seus corpos. Até aí, nada de diferente do que qualquer outro site antidrogas faz/faria sobre este tema. A diferença se encontra na maneira como eles comunicam estes efeitos.


Criando uma escala do uso de drogas (começa pela maconha até chegar nas mais fortes), o site tenta provocar os efeitos destas substâncias na mente das pessoas através do controle do mouse e das imagens do site. O resultado…bem, o resultado vocês que julguem.

Tá esperando o quê para acessar, seu maconhista? Clica na carreirinha abaixo pra entrar.

Hasta!

Try Drugs

Sabe aquela pessoa bem chata, que é contra o uso de drogas a qualquer custo, tem uma tatuagem do “drogas nem morto na palma da mão, usa camisetas sobre a Sagrada Família e fica tentando influenciar você, zé-droguinha assumido, cheirador, fumador, injetor ou o raio que o parta, a “largar esta vida antes que a mesma o largue”? Então, apesar de ser um defensor voraz do não-uso de tóxicos, não sou este tipo de pessoa. Com esta explicação, peço que não me julguem por este site que ansio que entrem.

Ganhador do Webby Awards (espécie de Oscar da internet) na categoria Health, o TryDrugs.net é um site que visa conscientizar as pessoas sobre os efeitos das drogas em seus corpos. Até aí, nada de diferente do que qualquer outro site antidrogas faz/faria sobre este tema. A diferença se encontra na maneira como eles comunicam estes efeitos.


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Hasta!


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