Posts Tagged 'Ídolos renegados do cinema'

Ídolos Renegados do Cinema: o verdadeiro Dorian Gray

Dorian Gray não envelhecia nunca. Ao olhar para um quadro seu, vendeu a alma para poder permanecer jovem para sempre. Ao invés disso, seu quadro envelheceria. Esta ficção foi escrita por Oscar Wilde e publicada pela primeira vez em 1890. Causou rebuliço na época. Oscar Wilde foi preso 5 anos depois, por ser viado e comer jovenzinhos.
Talvez inspirada neste livro, milhares de celebridades buscam a juventude eterna, obtendo resultados, muitas vezes, bizarros. O problema é que o retrato de todos os artistas envelhecem. Todos, não. Existe uma lenda da sétima arte que não envelhece. NUNCA. Acredito que ele seja o verdadeiro Dorian Gray. Ele é…

Bolo Yeung
o homem que dança rumba com os peitos

Eterno inimigo de Van Damme (quem não se lembra da luta final de “O Grande Dragão Branco“?), o chinês parece, hoje em dia, muito mais jovem que o próprio tenente Guile, que tem 47 anos. Bolo faz, em julho agora, 70 anos. Olhe para seu peitoral apolíneo, sua face sem uma única ruga, sua força e agilidade. Que pessoa de 70 anos conseguiria tal feito sem ter feito um pacto com o demônio? Te dou a resposta: nenhuma.

Nascido em Cantão, na China, no longínquo ano de 1938, Bolo fugiu do regime comunista a nado, chegando a ilha de Hong Kong. Este ator construiu sua longa carreira, mais de 100 filmes, fazendo papéis de vilão. Além disso, só para exaltar sua magnitude física, Bolo “The Beast From The East” Yeung foi o maior fisiculturista de Hong Kong por 10 anos. Hoje, ele é o treinador da seleção de fisiculturistas de Taipei, em Taiwan.

Ator sem um pingo de expressão, amigo íntimo de Bruce Lee (treinavam juntos) e, sem sombra de dúvida, o maior vilão dos filmes de artes marciais que já existiu, Bolo é uma pessoa sensível. Para ele, a melhor expressão das artes marciais encontra-se no Tai Chi, que pratica freqüentemente. Caso você queira treinar com ele, pode encontrá-lo em sua casa em Los Angeles. Mas, fique esperto. Se chegar na casa deste chinês, tenho quase certeza que encontrará um auto-retrato decrépito, pronto para ser destruído e, se você desejar a morte de Bolo Yeung, destrua o quadro. Só seja cuidadoso, pois se ele o vir fazendo isso, suas tetas dançarão e, com elas, você junto.

Hasta!

Outros injustiçados: Dolph Lundgren

Ídolos Renegados do Cinema: o mais perto de Deus

Começarei, a partir de hoje, a escrever ocasionalmente sobre aqueles grandes atores que acabamos renegando e não enxergando seu verdadeiro potencial. Atores que, além de monstros na telinha, são seres humanos notáveis. Atores que, por trás de grandes papéis e recusas das produtoras, possuem um coração e merecem ser respeitados. Estes são os Ídolos Renegados do Cinema. E não poderia começar com outra pessoa, a não ser ele, o maior nome desta lista.
;
Loiro. Alto (1,96m). Bonito. Poliglota (fluente em francês, sueco, inglês, alemão e japonês). Faixa preta 3º Dan de karatê. Inclusive, campeão europeu e australiano deste esporte. Treinador de pentathlon da seleção olímpica americana nas Olímpiadas de Atlanta, 1996. Formado em Engenharia Química pela Royal University of Stockholm. Pós-graduado pela Universidade de Sidney, Austrália. Também possui um mestrado em Química no MIT, EUA. E, para completar, sueco. Ah, Suécia!

Possuir todos estes gabaritos é uma missão difícil para qualquer pessoa. Diria, até, quase impossível. A começar pela procedência sueca, bênção de poucas pessoas que já fizeram ótimas reencarnações para estar lá. Um cara que, como pode ser claramente visto pelas informações acima, se deu incrivelmente bem em questões que parecem paradoxais, como beleza, inteligência e esportes, precisa apenas de sucesso em cultura para ser perfeito. E, como Deus é justo, na cultura ele falhou. Como diz o ditado: “quem tudo quer, nada tem”. O Ícaro de nossas eras é:

Dolph Lundgren. Quem?

Venero e idolatro este nobre ator. Mais conhecido pelo seu papel de Drago, a máquina que veio da gélida URSS para derrotar Rocky Balboa em “Rocky IV” (1985), Dolph Lundgren é o responsável, junto com Van Damme, pelas maiores pérolas da Temperatura Máxima e do Domingo Maior, da Globo. He-Man, Soldado Universal, O Justiceiro (primeiro e péssimo), Johnny Mnemonic e tantos outros filmes que fizeram a tarde de milhares de garotos nos anos 90 é primorosamente – menos, menos – estrelado por este monstro da sétima arte. São tantos filmes ruins que não tem como não gostar deste cara. Ele é o sueco mais brasileiro que existe. Como assim? DOLPH LUNDGREN NÃO DESISTE NUNCA! Ele não pára de fazer filmes e espera conseguir sua tão almejada perfeição. Até grupo de teatro e produtora ele tem. Se diretor consagrado eu fosse, ator principal de meus filmes Dolph Lundgren seria. Ponto.

Torço para que um filme seu estoure a boca do balão (duvido). Este Apolo moderno merece ganhar seu Oscar. Mesmo que honorário. Gostaria que nesta vida mais uma uma pessoa atingisse o conhecimento total. Assim como eu já o fiz.

Hasta!

Ídolos Renegados do Cinema: o mais perto de Deus

Começarei, a partir de hoje, a escrever ocasionalmente sobre aqueles grandes atores que acabamos renegando e não enxergando seu verdadeiro potencial. Atores que, além de monstros na telinha, são seres humanos notáveis. Atores que, por trás de grandes papéis e recusas das produtoras, possuem um coração e merecem ser respeitados. Estes são os Ídolos Renegados do Cinema. E não poderia começar com outra pessoa, a não ser ele, o maior nome desta lista.
;
Loiro. Alto (1,96m). Bonito. Poliglota (fluente em francês, sueco, inglês, alemão e japonês). Faixa preta 3º Dan de karatê. Inclusive, campeão europeu e australiano deste esporte. Treinador de pentathlon da seleção olímpica americana nas Olímpiadas de Atlanta, 1996. Formado em Engenharia Química pela Royal University of Stockholm. Pós-graduado pela Universidade de Sidney, Austrália. Também possui um mestrado em Química no MIT, EUA. E, para completar, sueco. Ah, Suécia!

Possuir todos estes gabaritos é uma missão difícil para qualquer pessoa. Diria, até, quase impossível. A começar pela procedência sueca, bênção de poucas pessoas que já fizeram ótimas reencarnações para estar lá. Um cara que, como pode ser claramente visto pelas informações acima, se deu incrivelmente bem em questões que parecem paradoxais, como beleza, inteligência e esportes, precisa apenas de sucesso em cultura para ser perfeito. E, como Deus é justo, na cultura ele falhou. Como diz o ditado: “quem tudo quer, nada tem”. O Ícaro de nossas eras é:

Dolph Lundgren. Quem?

Venero e idolatro este nobre ator. Mais conhecido pelo seu papel de Drago, a máquina que veio da gélida URSS para derrotar Rocky Balboa em “Rocky IV” (1985), Dolph Lundgren é o responsável, junto com Van Damme, pelas maiores pérolas da Temperatura Máxima e do Domingo Maior, da Globo. He-Man, Soldado Universal, O Justiceiro (primeiro e péssimo), Johnny Mnemonic e tantos outros filmes que fizeram a tarde de milhares de garotos nos anos 90 é primorosamente – menos, menos – estrelado por este monstro da sétima arte. São tantos filmes ruins que não tem como não gostar deste cara. Ele é o sueco mais brasileiro que existe. Como assim? DOLPH LUNDGREN NÃO DESISTE NUNCA! Ele não pára de fazer filmes e espera conseguir sua tão almejada perfeição. Até grupo de teatro e produtora ele tem. Se diretor consagrado eu fosse, ator principal de meus filmes Dolph Lundgren seria. Ponto.

Torço para que um filme seu estoure a boca do balão (duvido). Este Apolo moderno merece ganhar seu Oscar. Mesmo que honorário. Gostaria que nesta vida mais uma uma pessoa atingisse o conhecimento total. Assim como eu já o fiz.

Hasta!

//twitter.do.caju

//twitter.do.hygino

//twitter.do.nico

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

//twitter.do.tico

//twitter.do.michel

//naftalina