Posts Tagged 'Clipes'

Rihanna dos Cerrados

Forçar a barra é um dom das gravadoras (se você não sabe o que é isso, procure em alguma enciclopédia de sua casa). Na tentativa de levar artistas brasileiros ao estrelato internacional fazem parcerias mirabolantes ou patrocinam aulinhas na Cultura Inglesa para eles lançarem um ou outro single em inglês para quem sabe emplacar um clipe na madrugada do MTV Hits norte-americano. Por motivos até óbvios é complicado imaginar o Di, do Nx Zero, alçando vôos gringos do lado da Nelly Furtado:

Também entender porque não só o nome da música foi FAIL na tentativa de Sandy e o protótipo de roqueiro Júnior de emplacar um sucesso nos States:

A novidade agora é Wanessinha Camargo que resolveu put some bling blings na sua carreira. Chamou o Ja Rule e gravou “Fly”, inaugurando o estilo RnB Sertanejo.
A conexão Goiânia-Bronx rendeu esse clipe, estilão Pimp My Pink Elephant ou Gangsta no Café de La Musique:

Os agudinhos de Wanessa e suas dancinhas nigars me levam a crer que ela, definitivamente, deveria ter atendido o telefone do Dado.

Wanessa, atende Wanessa, eu sei que você taí.

Até a próxima, e beijos na Zilú.

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Moleca 100 Vergonha

Não é novidade pra quem me conhece que eu sou fascinado pelas bandas de forró eletrônico. De Mastruz com Leite a Cavaleiros do Forró, de Saia Rodada a Aviões do Forró, de Baby Som a Limão com Mel, ouço e não escondo. Cresci ouvindo (por osmose) as batidas na batera de ídolos como Riquelme. Me encanta suas formas de negócio, suas super-brega-produções, suas big bands. E neste grupo estratégico se diferenciar significa absolver da cultura pop mainstream características e coloca-las no ambiente forrozeiro. E é claro, muitas vezes não da certo. É o caso dos clipes. Não é de hoje que nos dvds das bandas, nos Extras, sempre vem uma produção que de tão cafona, parece até caseira, vide os exemplos abaixo:

Cavaleiros do Forró – Quando Ligo pra Você

Calcinha Preta – Mágica

Interpretação 0, breguice da melhor qualidade e milhões de page views no Youtube. Mas, no meio deste caminho tinha uma pedra, chamada Moleca 100 Vergonha. Waltinho Salles, taí benchmarking pro seu próximo filme:

Aprendeu a fazer clipe, Marcos Mion?

Fica a dica.

Rock x Eletrônica: qual estilo produz os melhores clipes?

Sempre gostei de rock. Já deixei claro em inúmeros posts a minha preferência por este estilo musical. Mas, infelizmente, ando desiludido com uma questão que o rock vem sendo superado fácil, fácil, por outros estilos musicais, principalmente a eletrônica: os clipes.

De uns tempos para cá, o rock vem deixando de produzir obras-primas videoclípticas como “Do the Evolution”, do Pearl Jam e “Freak on a Leash”, do Korn. O último grande clipe que vi desta vertente musical foi “Helena”, do My Chemical Romance, além da sacada criativa de Serj Tankian. Acredito que isto é culpa de empresários e gravadoras, que minam a criatividade destes artistas.

Por outro lado, o cenário eletrônico continua produzindo clipes maravilhosos. Dos franceses do The Justice e Daft Punk, aos ingleses do Chemical Brothers e Fatboy Slim, os clipes eletrônicos são caracterizados por sua história levemente nonsense e sua beleza artística.

O mais recente exemplo que vi de um clipe que me deixou estupefato foi o da dupla eletrônica holandesa Kraak & Smaak, com o clipe “Squeeze Me”. Utilizando de técnicas de stop-motion atreladas ao clipe, o resultado é, no mínimo, bacana.

Confira abaixo este novo clipe e, quem sabe, tire a mesma conclusão que eu: o cenário eletrônico produz belos clipes (e, neste caso, uma boa música), mas o rock ainda produz aquilo que é essencial na música: um som mais legal.

Hasta!

DVNO: O novo clipe do Justice

2007 catapultou a fama internacional a dupla francesa de djs Justice. Formada por Gaspard Augé e Xavier de Rosnay, o Justice virou sinônimo de hype em todo o planeta devido as excêntricas características dos mesmos. Primeiro pelo fato dos dois terem formação musical fincada no heavy-metal, o que fundido a tradicional escola de house francesa criou uma sonoridade que contagiou milhares de baladas em todo mundo.

Segundo pelo nome do álbum de estréia. Após, ficarem primeiro famosos por remixes de Britney Spears, Simian, entre outros, a dupla lançou o disco ““, isso mesmo, sem nome, apenas com o símbolo o intitulando, no maior estilo Prince de ser.

Terceiro, pelo majestoso palco da dupla, que foge um pouco dos tradicionais stages só com as pick-ups e se tranforma em um show a parte com a cruz dourada no meio da parafernalia de onde os franceses tiram o som.


Quarto (UFA!), pelos clipes. D.A.N.C.E. foi o primeiro hit a estourar do cd. Com uma letra ingênua e infantil, que nem condiz muito com o visual dos rapazes, a música foi apresentada com um clipe que para muitos foi considerado o melhor do ano passado, e ficou conhecido por “aquele das camisetas coloridas”. Se ainda não o viu, confira:

Pra provar que eles realmente estão acima da média no quesito clipes, o Justice, que para crítica especializada são os sucessores do Daft Punk, acabaram de lançar o vídeo DVNO, segundo do cd de estréia, uma verdadeira aula de como fazer um clipe em tipografia:

Até a próxima.


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