Archive for the 'por Nico' Category

Só a Galera Produções Culturais

(este post é dedicado ao brilhante amigo @joseh_ed, coautor desta ideia que é pura diversão)

De uns tempos para cá, o Brasil anda mandando ver em shows e festivais internacionais. Uma caralhada de bandas do Brooklyn estão se apresentando constantemente aqui, mostrando todo o suingue hipster que a American Apparel pode proporcionar. Apesar de gostar de sons repletos de sintetizadores, sininhos, gritos finos e vozes que ecoam e se assemelham a jubartes no cio, muitas vezes me sinto órfão de um festival que toque o bom e velho rock and roll, algo que Planeta Terra, Natura About Us e aquele lá do Lúcio Ribeiro nunca souberam fazer. O SWU até trouxe algumas – boas – bandas, mas eles cometeram um erro: não pensaram maior. Eles provavelmente esqueceram de estudar o fenômeno cada vez mais recente no mundo do rock, o da Coringuização dos Músicos. Para quem não sabe o que é este fenômeno, segue um breve excerto retirado do livro ainda a procura de uma editora “A Substantivação das Palavras: como tudo pode virar uma grande teoria“, de Paulo Coelho e Augusto Cury.

A Coringuização dos Músicos é um movimento recente na música no qual músicos estão constantemente  “com uns projetos aí”. Estes músicos são, geralmente, dotados de extrema habilidade em um instrumento, mas se saem bem com todos os outros sem o menor problema, atuando em diversas funções nestes projetos. São os famosos “frenéticos do showbusiness”.

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Um pouquinho de Estados Unidos nesse futebol brasileiro

Sei que esse título já pode distanciar subitamente alguns apaixonados pelo futebol jogado com os pés. Estes puritanos bradariam, de peito aberto, “como alguém pode colocar na mesma sentença futebol e Estados Unidos em concordância? Justo os ianques, que mal sabem chutar uma bola não oval?”

É verdade. A trupe de Alexi Lalas, Donovan e cia. está anos-luz atrás da malemolência, suingue e gingado de nossos jogadores sem nome duplo (desculpa, Diego Maurício e Willian José, mas vocês não vão conquistar o coração do povo brasileiro com esses nomes). Mas não quero aqui estabelecer uma relação entre o esporte jogado no Brasil e nos Estados Unidos, nem sequer comparar a qualidade da Major League Soccer (soccer, pessoal. Soccer) com os nosso campeonato Brasileiro. Na verdade, gostaria de mostrar como uma forma de organizar qualquer esporte lá “nas América” acaba sendo uma fonte para que possamos melhorar o meu, o seu, o nosso futebol.

Neste início de ano temos, por todo o Brasil, os campeonatos estaduais. Nove entre cada dez comentaristas esportivos (tiro o genial Flávio Gomes dessa turma) repetem sistematicamente que tais competições estão xoxas, chatas, sem o menor atrativo para o torcedor e, por isso, não deveriam mais existir. Ora, especialistas esportivos (que, consequentemente, se consideram especialistas em comportamento do brasileiro), como explicar o estádio lotado no último jogo entre Santa Cruz x Sport? Clássico regional? Por favor, parem de se iludir e olhem para a tristeza que foi ver o San-São (9.334 pagantes) algumas semanas atrás. Os campeonatos regionais ainda são uma força sim, só que fora do eixo Sudeste-Sul deste país. Portanto, antes de gritar fogo olhando pra fumaça, verifique se não foi só um cigarro que se acendeu. Faz bem.

 

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Enjoy The Week #08

Como esse blog anda mais parado que meu perfil no Orkut, vou continuar com a minha saga de montar mixtapes que alguns fiéis amigos surdos ainda ouvem. Esta semana, inclusive, eu baixei uma porrada de música pra tentar fazer uma listinha que fosse bacana o suficiente, mas nao obtive aquele sucesso, a não ser com um grupo: Edward Sharpe & The Magnetic Zeros.

Sou tão verão da Califórnia em 68. Cê não tem idéia, bixo.

Caraca, esses hippongas me conquistaram de jeito. Com um estilo totalmente Woodstock e letras fofinhas para fazer qualquer menina dizer “Ohh!”, a banda formada pelo casal Alex e Jade ainda vai dar muito o que falar. O álbum de estréia deles, lançado o ano passado, é inteiro bom e vale a pena ter na coleção. Na ETW dessa semana coloquei duas músicas, as geniais “40 day dream” e “Home”.

Além dos hippies acima, na lista desta semana temos a eterna nessa brasila Marina & the Diamonds, que gravou recentemente uma versão acústica fodástica de seu belo single “Hollywood”; o supergrupo indie Monsters of Folk, formado por feras como Jim James (My Morning Jacket) e Conor Oberst (Bright Eyes); os americanos (mas canadenses (?) por opção) do Metric, que eu nunca tinha dado muita bola, mas que fizeram um último álbum bem legal; os geniais brasileiros do Black Drawing Chalks; uma salsa que me cativou muito quando eu ouvi num programa da Oi e mais uma caralhada de coisas espetaculosas.

Enfim, espero que gostem da lista. Ela foi feita com carinho. É só clicar na imagem (se alguém souber o nome do artista dessa obra me avise nos comentários), rapeize.

01) Yeah Yeah Yeahs – Heads Will Roll

02) Edward Sharpe & The Magnetic Zeros – 40 Day Dream

03) Vampire Weekend – Horchata

04) Madcon – Beggin

05) Marina & The Diamonds – Hollywood (acústica)

06) Franz Ferdinand – No You Girls

07) Cold War Kids – Audience of One

08) Metric – Gimme Sympathy

09) Edward Sharpe & The Magnetic Zeros – Home

10) Monsters of Folk – The Right Place

11) The Walkmen – The Rat

12) Papi Brandao Y Sus Ejecutivos – Bilongo

13) Black Drawing Chalks – Leaving Home

Hasta!

Obs1.: se as listas tiverem descambando para um lado que vocês não gostam, por favor, avisem.

Obs2.: a música do Metric é mais uma homenagem a minha eterna guru musical @thaizaakemi.

Enjoy The Week #07

Olha, confesso que ainda estou com vergonha de ser a primeira pessoa a escrever algo após a maravilha criada pelo Caju. E é exatamente por causa disso que eu já vou avisando: este post não terá um quinto de sua genialidade, garbo e charme nordestino. Mas alguém tem que ficar com o trabalho sujo de dar continuidade.

A última  ETW deste ano é especial por uma série de motivos: é a retomada das mixtapes (desde o especial do Planeta Terra que não faço mais nenhuma), é a mais extensa já feita até hoje, é a última do ano e, por fim, tem as músicas que eu mais ouvi em 2009 (tirando Animal Collective e que não se encontram em nenhuma outra ETW). Na verdade, eu esqueci de colocar uma música nessa lista e bateu maior preguiça de ter que refazer tudo de novo. Fica pra próxima.

Dessa vez eu não vou comentar música por música, mas vale lembrar que nesta lista tem bastante XX (seja cantando músicas próprias ou fazendo remix), Yeasayer (que, na minha humilde opinião, lançou o melhor single do ano, a grudenta e explosiva Ambling Alp, que abre esta lista), a rechonchuda Beth Ditto com o single “Heavy Cross”, do último álbum do Gossip, a sombria – e maravilhosa – “If I Had a Heart”, do Fever Ray (trabalho solo da cantora do duo proposta do The Knife), a mistura de rap e rock que o Black Keys criou com o projeto BlakRoc e por aí vai.

Para baixar esta lista, é só clicar na imagem abaixo, como sempre.

01) Yeasayer – Ambling Alp

02) Gossip – Heavy Cross

03) XX – Crystalised

04) The Raveonettes – Bang!

05) The Gay Blades – O Shot

06) Paper Route – Carousel

07) XX – Shelter

08) BlakRoc – Ain’t Nothing Like You (feat. Mos Def & Jim Jones)

09) TV on the Radio – Staring at the Sun

10) Little Boots – Remedy

11) The New Pornographers – Hey, Snow White

12) Pullovers – Tudo que eu sempre sonhei

13) Yeasayer – Tightrope

14) Florence + The Machine – You’ve Got the Love (XX remix)

15) Dead Man’s Bones – My Body is a Zombie for You

16) Plastiscines – Bitch

17) Golden Filter – Thunderbird

18) The Shins – Australia

19) Art Brut – Pump up the Volume

20) Fever Ray – If I Had a Heart

Hasta!

Os melhores álbuns de 2009

Fim de ano chegando e milhões de sites começam a fazer listas e mais listas com o que achou de mais relevante neste ano: os melhores eletrônicos, as maiores tendências fashion, os carros do ano, …enfim, tudo vira motivo para se fazer uma lista. Eu, que não sou criativo diferente, resolvi também montar uma dos melhores álbuns do ano, que supera a de qualquer sitezinho musical proposta e paunocu (apesar de uma incrível semelhança na escolha de álbuns com estes sites, prefiro criticá-los). Para baixar estes álbuns, é só clicar nas capas deles. Vamos a ela:

10) Phrazes for the young – Julian Casablancas*

Esse é o pior do ano? Não. É o melhor? Também não. Ele merece estar nesta lista? Talvez. É uma questão pontual, mas também é estrutural.

Músicas recomendadas: 11th Dimension e Left & Right in the Dark.

* link em Torrent, porque eu não consegui achar em nenhum site. Se acharem, mandem nos comentários, por favor.

09) Paranoid Cocoon – Cotton Jones

Foi paixão a primeira ouvida. Tava lá, no começo do ano, procurando alguma banda nova e me veio o single Original Bones, de um tal de Cotton Jones. Gostei do nome da música e do cantor e resolvi verificar. Música sensacional, cheio de reverberações e uma letra irônica do caralho. Comecei a procurar o álbum e, depois de muito procurar, consegui achar. O álbum inteiro é genial, com sons de pássaros, sinos no fundo e reverberações mil. Um álbum incrível de um cara que merece mais reconhecimento.

Músicas recomendadas: Up a Tree (Went a Heart I Have) e Blood Red Sentimental Blues

08) The Ecstatic – Mos Def

Eu gostava muito de rap quando mais novo. Muito por influência da minha irmã, que ouvia Tupac na sua adolescência, e meu irmão, com Coolio, eu sempre gostei daquele rap de gangsta, em que sons de metralhadoras e tiros faziam parte do ritmo. Justamente por isso eu fugi muito dessa onda hip-hop-black-parceria-com-nelly-furtado-e-timbaland que assolou a música negra americana na última década. E continuaria sem ouvir tranquilamente se não fosse pelo fato de Mos Def (um cara que eu acho foda em todos os sentidos desde “O guia do mochileiro das galáxias”) ter lançado um novo álbum depois de um tempo afastado dos microfones. The Ecstatic é uma obra prima do rap do começo ao fim, com influências que vão da música espanhola a árabe, com letras poderosas e geniais sobre o mundo em que hoje vivemos.

Músicas recomendadas: Supermagic e No Hay Nada Mas.

07) It’s not me, it’s you – Lily Allen*

Ela é fofa, chata e por muito pouco não foi comer no Huang. Esse ano a inglesinha deu o que falar: anunciou aposentadoria, reclamou do compartilhamento de músicas num surto 1999 e fez um dos melhores álbuns do ano. Gostoso de ouvir do começo ao fim, “It’s not me, it’s you” é um baita álbum que mostra como Lily Allen é vale a pena prestar atenção quando resolve fazer aquilo que sabe.

Músicas recomendadas: It’s Not Fair e 22.

* link em Torrent, porque eu não consegui achar em nenhum site. Se acharem, mandem nos comentários, por favor.

06) Expressions – Music Go Music

Em meio a tantas músicas que beiram cada vez mais o minimalismo e o som ambiente, eis que surge nesse ano uma banda que consegue fazer com que voltamos a alegria sueca dos anos 70. Mais precisamente, a alegria do ABBA, uma das maiores bandas que já existiram no mundo (falo isso com certeza)! A vocalista Gala Bell misturou corinhos, cítaras, sinos, harpas e muito mais para trazer uma sonoridade cheio de texturas setentistas para o dia de hoje. O resultado é genial. Bote o play na música Light of Love para seu pai e sua mãe escutarem e eu tenho certeza que eles vão falar que já dançaram essa música e que hoje não se faz mais pop como antigamente.

Músicas recomendadas: Thousand Crazy Nights e Light of Love.

05) Wolfgang Amadeus Phoenix – Phoenix

Lançado em maio deste ano, mas vazado desde janeiro (bendita internet), este foi o álbum e banda que pirou a cabeça da galera moderna que ouve Oi FM. Mas não sem motivo. O quinto ábum de estúdio dos franceses é realmente bom. A capacidade das músicas do Phoenix de ficar na cabeça é tão impressionante quanto a capacidade de conseguir ouvir esse álbum em qualquer momento.É praticamente impossível você não ficar com it comes, it comes, it comes and goes de “Lisztomania” ou o hey, hey, hey, hey, hey de “1901” na cabeça.

O único porém deste álbum, muito bem definido pelo Caju, é que dá uma sensação de que todas as músicas são parecidas. Mas vale muito a pena.

Músicas recomendadas: Lisztomania e Girlfriend.

04) Album – Girls

Christopher Owens nasceu em uma seita hippie-cristã nos anos 70, a Children of God (uma galera já saiu dessas bandas também). Lá, ele ficava afastado de músicas que não fizessem parte do culto e toda sua inspiração artística vinha de trilhas sonoras de filmes e séries de televisão. Quando adolescente, Owens fugiu e viveu nas ruas com sua irmã por um período, aonde virou um zé-droguinha de escala maior. Com uma puta sorte, ele acabou sendo acolhido por um milionário que o iniciou artisticamente.

E foi, com uma história maluca dessas, que beira o surrealismo, que Owens se uniu ao guitarrista Chet White e montou o álbum “Album”, com músicas do caralho que lembram um pouco a surf music americana dos anos 50 e a psicodelia dos Beach Boys. Inteiro bom, esse álbum tem várias músicas que valeriam como singles, repletos de sons que reverberam na mente.

Músicas recomendadas: Laura e Lust for Life.

03) Merryweather Post Pavillion – Animal Collective

Podem falar o que quiserem. Proposta, inaudível, chato pra caralho, mas eu acho Animal Collective foda e este último álbum (sem levar em conta o EP Fall Be Kind) só mostra o quanto que eles têm evoluído musicalmente. Se em seus primeiros cds, o coletivo de animais misturava um monte de ruídos e sons com alguns gritos que não faziam muito sentido a não ser em alguma instalação artística na Bienal, em Merryweather Post Pavillion as letras de Panda Bear e Avey Tare estão impressionantemente lindas e os samples do Geologist são pura explosão sonora. Bronze com certeza.

Música recomendada: In the Flowers e Brothersport.

02) Them Crooked Vultures – Them Crooked Vultures

Dave Grohl, John Paul Jones e Josh Homme. O nome dessas três pessoas juntas em um mesmo álbum já diz muito do que se é esperado. A bateria raivosa de Dave Grohl, o acompanhamento em baixo que só JPJ saberia fazer e a guitarra e composições do monstro Josh Homme fazem desse álbum uma obra-prima do primeiro ao último riff. O Them Crooked Vultures só abrilhanta a carreira destes músicos que trabalham ou trabalharam em bandas históricas do rock mundial (Nirvana, Foo Fighters, Led Zeppelin, Queens of the Stone Age. É uma medalha de prata com gosto de ouro para este que é o álbum definitivo de rock do ano. Só digo que não levou a máxima pelo tempo de duração do álbum que, com 70 minutos, acaba não sendo aquele álbum que você fica no repeat por muito tempo.

Músicas recomendadas: New Fang e Bandoliers.

01) XX – The XX*

Pegue quatro inglesinhos (dois homens e duas mulheres) na casa de seus 20 anos e mandem eles fazerem música. Na esmagadora maioria das vezes sairia de um quarteto um rockzinho ao melhor estilo Arctic Monkeys que, na minha modesta opinião, anda saturando. No entanto, existem aquelas vezes em que esses muleques que mal saíram da adolescência resolvem inovar e, ao invés de fazer uma música com guitarrinhas secas e roupas dos anos 70, fazem um som baixo, mínimo e incrivelmente forte. Todas as músicas do álbum valem destaque. The XX merece a ouro esse ano justamente pelo motivo que o mega-power-trio Them Crooked Vultures não levou: esse álbum é uma delícia de ouvir e na hora que você presta atenção, já ouviu ele cinco vezes seguidas e sabe todas as músicas de cor.

Músicas recomendadas: Crystalised e Shelter.

* link em Torrent, porque eu não consegui achar em nenhum site. Se acharem, mandem nos comentários, por favor.

Enfim, é isso.

Hasta!

Enjoy The Week #06

Amigos, esta semana trago mais uma lista especial. Mais do que especial, ela tem um gostinho de jabaculê, mas isso é uma grande calúnia que fere o meu caráter. A ETW desta semana traz uma compilação com os artistas que irão causar no Playcenter neste sábado, no Planeta Terra 2009.

São muitos artistas pra fazer pirar qualquer cabeça sedenta por modernidade líquida. O power-trio-instrumental-brasileiro-proposta Macaco Bong vai abrir essa brincadeira toda no cenário principal. Após eles, uma suruba de estilos e gostos entrará no palco principal: a começar pela galera que toma chá com Gorbachev, Móveis Coloniais de Acaju, seguido dos moderninhos do Maxïmo “com trema proposta” Park. Após essa brisa de jovialidade, vem a tríade renascentista: os experientes roqueiros do Primal Scream, da fodástica banda-mãe de todas  as bandas indies Sonic Youth e, para finalizar, o power yoga man Iggy Pop com os Stooges. Fechando o palco principal, teremos o DJ proposta Etienne de Crécy, com o seu palco monstruosamente lindo.

Já no palco “mais alternativo”, batizado de Coca-Cola Zero Stage, teremos uma seara de bandas moderninhas que já cairam, tão caindo, vão cair no gosto da galera da baixa Augusta. São elas, em ordem de apresentação: EX! (estreando no festival), Copacabana Club (parece o CSS, mas não é), Patrick Wolf (andrógino galês que faz um som pop com clássico do caralho), Metronomy (proposta electro-hype), Ting Tings (banda legal, mas que se ferrou por se apresentar no mesmo horário do Iggy Pop) o duo de DJs N.A.S.A e, fechando, Anthony Rother, outro DJ.

No lugar em que se promete ter mais RayBan Wayfarer por metro quadrado neste sábado, não vão faltar opções de diversão para a galera da baixa Augusta. Além  das atrações, os brinquedos do Playcenter estarão liberados para a galera vomitar.

O festival promete. Os shows prometem e a minha lista é a melhor forma de você, que acha Aviões do Forró uma novidade, não pagar de idiota e cantar umas musiquinhas neste show.

Tá esperando o quê? Clica na imagem aí.cover

1) Macaco Bong – Noise James

2) Móveis Coloniais de Acaju – Copacabana

3) Maxïmo Park – Girls Who Play Guitars

4) Copacabana Club – Just do It

5) Primal Scream – Rocks

6) Patrick Wolf – The Magic Position

7) Sonic Youth – Schizophrenia

8) Sonic Youth – What We Know

9) Metronomy – Radio Ladio

10) Iggy Pop & The Stooges – Raw Power

11) Iggy Pop – King of The Dogs

12) The Ting Tings – That’s Not My Name

13) N.A.S.A. – Gifted

14) Etienne de Crécy – Welcome

Hasta!

Enjoy The Week(end) #05

Continuando com a minha solitária saga de colocar músicas que eu gosto para vocês aturarem, esta semana acabei atrasando a lista por uma série de motivos, como qualificação de trabalho, briga com o pessoal do Jardim Ângela, FIFA 10 e preguiça. Mas agora tenho o tempo ao meu lado e trago até vocês o ETW mais feminino que já passou por aqui. A começar pelas colaborações: a eterna @thaizaakemi, além das meninas do Veja Estes e sua ótima dica que figura aqui.

Pra começar esse ETW, resolvi trazer Miho Hatori (mais conhecida como a Noodles, do Gorillaz) fazendo um samba diferente e moderno em “Barracuda”. Temos também nessa listinha a última paixão musical (e pessoal) que tive nessa semana, a ponto de colocar duas músicas dela na mixtape: a inglesa Marina Diamandis, ou, para os íntimos, Marina and The Diamonds. Aposto um mindinho que a gente ainda vai ouvir muito falar nessa menina.

Continuando, temos a banda Music Go Music, que parece muito com um encontro entre Heart (clássico do Guitar Hero), música disco (clássico das pistas) e Roxette (clássico do coração). Essa banda promete. Pela primeira vez, acredito, coloquei uma música nacional na lista: é a fantástica Sabiá, de Stela Campos.

Completando a mixtape, temos o ex-Moldy Peaches Adam Green, Against Me!, Lily Allen, as francesinhas do Plasticines, White Lies, The Boy Least Likely To e um clássico do Cake que eu nunca me canso de ouvir. Como vocês já sabem, é só clicar na capa abaixo para fazer o download. cover

1) Miho Hatori – Barracuda

2) Plasticines – Loser

3) Adam Green – Morning After Midnight

4) Lily Allen – Not Fair

5) Marina and The Diamonds – Simplify

6) Against Me! – Borne on the FM Waves

7) Mark Farina feat. Sean Hayes – Dream Machine (downtempo mix)

8) Pink Martini – Lilly

9) Marina and The Diamonds – Mowgli’s Road

10) Music Go Music – Thousand Crazy Nights

11) The Boy Least Likely To – Every Goliath has its David

12) Stela Campos – Sabiá

13) White Lies – Farewell to the Fairground

14) Cake – Never There

Hasta!


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