Quando mexem nas feridas

Há 50 anos atrás, a segregação racial nos EUA era a principal mazela deste país que se considerava o “pai da democracia”. Depois de Martin Luther King Jr., Panteras Negras, Oprah, P.Diddy e, agora, Barack Obama, muitas pessoas já poderiam considerar o racismo um assunto de águas passadas. Será?

O grafiteiro inglês Banksy está em uma turnê não-oficial pela terra do Tio Sam e tem levantado algumas questões com sua arte trangressora (clique aqui para ver seus outros trabalho). Em recente visita ao Alabama, berço do Lynyrd Skynyrd e estado da chamada Red Belt americana (estados mais conservadores, sulistas e com antepassado escravista forte), o artista resolveu provocar e pichou um muro de Birminghan com um Ku Klux Klan sendo enforcado. Dois dias depois, este grafite tinha sido totalmente coberto pelos moradores da cidade.

A minha dúvida é a seguinte: os EUA ainda não estão maduros o suficiente para discutir sobre feridas aparentemente cicatrizadas? Ou esta ferida está aberta, esperando o momento para voltar a sangrar?

Te cuida, Obama.

Hasta!

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