Ídolos Renegados do Cinema: o mais perto de Deus

Começarei, a partir de hoje, a escrever ocasionalmente sobre aqueles grandes atores que acabamos renegando e não enxergando seu verdadeiro potencial. Atores que, além de monstros na telinha, são seres humanos notáveis. Atores que, por trás de grandes papéis e recusas das produtoras, possuem um coração e merecem ser respeitados. Estes são os Ídolos Renegados do Cinema. E não poderia começar com outra pessoa, a não ser ele, o maior nome desta lista.
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Loiro. Alto (1,96m). Bonito. Poliglota (fluente em francês, sueco, inglês, alemão e japonês). Faixa preta 3º Dan de karatê. Inclusive, campeão europeu e australiano deste esporte. Treinador de pentathlon da seleção olímpica americana nas Olímpiadas de Atlanta, 1996. Formado em Engenharia Química pela Royal University of Stockholm. Pós-graduado pela Universidade de Sidney, Austrália. Também possui um mestrado em Química no MIT, EUA. E, para completar, sueco. Ah, Suécia!

Possuir todos estes gabaritos é uma missão difícil para qualquer pessoa. Diria, até, quase impossível. A começar pela procedência sueca, bênção de poucas pessoas que já fizeram ótimas reencarnações para estar lá. Um cara que, como pode ser claramente visto pelas informações acima, se deu incrivelmente bem em questões que parecem paradoxais, como beleza, inteligência e esportes, precisa apenas de sucesso em cultura para ser perfeito. E, como Deus é justo, na cultura ele falhou. Como diz o ditado: “quem tudo quer, nada tem”. O Ícaro de nossas eras é:

Dolph Lundgren. Quem?

Venero e idolatro este nobre ator. Mais conhecido pelo seu papel de Drago, a máquina que veio da gélida URSS para derrotar Rocky Balboa em “Rocky IV” (1985), Dolph Lundgren é o responsável, junto com Van Damme, pelas maiores pérolas da Temperatura Máxima e do Domingo Maior, da Globo. He-Man, Soldado Universal, O Justiceiro (primeiro e péssimo), Johnny Mnemonic e tantos outros filmes que fizeram a tarde de milhares de garotos nos anos 90 é primorosamente – menos, menos – estrelado por este monstro da sétima arte. São tantos filmes ruins que não tem como não gostar deste cara. Ele é o sueco mais brasileiro que existe. Como assim? DOLPH LUNDGREN NÃO DESISTE NUNCA! Ele não pára de fazer filmes e espera conseguir sua tão almejada perfeição. Até grupo de teatro e produtora ele tem. Se diretor consagrado eu fosse, ator principal de meus filmes Dolph Lundgren seria. Ponto.

Torço para que um filme seu estoure a boca do balão (duvido). Este Apolo moderno merece ganhar seu Oscar. Mesmo que honorário. Gostaria que nesta vida mais uma uma pessoa atingisse o conhecimento total. Assim como eu já o fiz.

Hasta!

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