Frota

“Hoje acordei pensando em Deus
olhei para o meu lado e estava Mateus.
No quarto das fêmeas a cor do quase pecado era rúbia
e na cama estava Núbia.
Tirei meu par de meias e disse
Nana Gouvêa.
Não tinha TV, rádio, som nem antena
mas tinha a Iscatenna.
Perguntei a Leandro onde lhe arde?
E ele respondeu como um ator do musical Ricelli
Arde no meu coração e do amigo Mastronelli.
Cruzei com ela e falei
Você é Bárbara e da Paz.
Quero vê-la mas, aí surge um outro rapaz
Com um anel.
É Supla e sua Japa Girl
E a Japa Girl diz: assim não dá

Olha a Mari do Vavá.
Tudo isso para ver num show um modelo alto como uma
Vara, era Taiguara.
Um cara veio sem ser pentelho e trazia ao seu lado Patrícia
Coelho. “
(Alexandre Frota)
Caros leitores, este é o segundo post dedicado aos grandes ícones reverenciados pelos membros do Mera Doxa. O primeiro foi dedicado a revolucionária apresentadora infantil Maísa, querida por todos nós aqui. O segundo, que cairia muito melhor como primeiro, devido a sua importância para nós, é sobre aquele que reina nos céus dóxicos. Ele é o nosso Zeus, nosso Mithra, Shiva, Jesus. Escolha sua divindade favorita e tenha uma noção do que esta pessoa representa para gente. Esta pessoa é o Alexandre Frota. O carioca. O rubro-negro. O amante da juventude e do esporte. A lenda.

Alexandre Frota de Andrade nasceu no Rio de Janeiro, no dia 14 de outubro de 1964 – porra!, o cara já vai fazer 44 anos. Vindo de uma família de classe média, o garoto desde criança esteve em contato com o mundo da televisão. “Aí, minha pegada sempre foi atuar”, disse certa vez, “Mas respeitei por um tempo a decisão de meu avô”.

Senhor Geraldo, avô do ator, tinha um sonho de ver seu neto – preferido – como oficial da marinha e Frota, com o devido respeito aos mais velhos, chegou a estudar em uma escola preparatória para se tornar marinheiro. Mas a sétima arte falava mais alto e o garoto não via a hora de sair da marinha e abraçar o teatro. E assim o fez. Frota conquistou a televisão e seu carisma e talento nato cativaram as pessoas e, principalmente, as mulheres. Frota foi um garanhão, foi o Don Juan dos anos 80 – ainda o é até hoje, mas por vias mais, digamos, obscuras. “Peguei poucas, porém com força”, disse modestamente em uma entrevista.

Mas Frotinha tem uma personalidade forte, é um homem que possui cojones e sempre quis opinar em tudo. E, assim, foi demitido da Globo e caiu em um certo ostracismo. Até que ele, o visionário da Maísa, o homem do Baú, o maior camelô do Brasil, Sílvio Santos o colocou na “Casa dos Artistas” e, a partir daí, caros leitores, Frota virou um artista completo. Uma assumidade.

Mas o glutão não estava satisfeito com isso e quis mostrar seus dotes – literal e figurativamente. Alexandre Frota virou um ator pornô e, em 2004, assinou contrato com a produtora de filmes pornográficos Brasileirinhas, se tornando a primeira pessoa famosa a entrar neste ramo no Brasil. Mostrando que, além de tudo, Frota é um vanguardista.

Hoje ele é puro sucesso e sedução. Diz ser arrependido de fazer filmes pornô. Acho que não. Um homem inteligente capaz de nos dar resposta para qualquer dúvida que nos aflija. Frota é, sem dúvida, um brasileiro de verdade. Diz aí Frotinha, qual é a pegada?


Por hoje é só!
Hasta!

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